domingo, 27 de outubro de 2013

Review Google Chromecast

Comprei um Chromecast pra ver qual era desse gadget. Como minhas TVs são "burras" achei excelente a ideia do Google de lançar a parte Smart para qualquer TV.

Instalação:
Muito simples, baixe a app do ChromeCast na Play Store, na Apple Store ou a aplicação pra PC. Ainda tem uma extensao na Chrome Store. Conecte o aparelho na TV e na USB da TV ou na energia, seleciona o input da TV pro HDMI que você espetou e deixa ele inicializar. Depois basta você conectar na rede wifi Chromecastxxxx que ele vai gerar e deixa ele fazer o resto. Voce deve digitar a senha da sua rede wifi e basta aguardar ele se atualizar.

Usando:
O Chromecast vem embarcado com 4 apps: Youtube, Netflix, Play Videos e Play Music. O Youtube, Netflix e Play Videos são fantásticos, basta você estar com a TV ligada abrir a aplicação no seu Smarthphone e clicar no botão de Cast, selecione o nome que voce deu ao seu Chromecast e feito. O video vai para a TV.

No PC você pode instalar no Chrome a extensão do ChromeCast e mandar a aba do Chrome do seu PC para a TV, simples assim. Existem três opções de qualidade: 480p, 720p e 720p com altíssima taxa de bitrate. No PC você vai reproduzir via Browser o que quiser na sua TV.

Quanto ao Play Music, você so pode reproduzir as músicas que estiverem online, nada de executar as músicas piratas do seu telefone.

Futuro:
Nos EUA o aplicativo da rede HULU ja foi liberado, mas por aqui nada ainda.

Fui no forum do XDA e vi que da pra fazer varias mudanças no gadget, inclusive fazer o root, mas isso é pro futuro, ainda não vou alterar o padrão dele, por enquanto.

Conclusão:
Para quem tem um PS3 e ja tem as apps do Youtube e Netflix é a mesma coisa, a vantagem é que você não precisa ligar o PS3 para ter acesso a estas aplicações. Para mim valeu a pena o investimento de U$ 35,00 (U$38,50 com as taxas).

Até a próxima.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Conselhos de um cearense para um 2011 bem pai d’égua.

Sobre as suas metas para o Ano Novo

  •    Anote os seu querê e pendure num lugar que você enxergue todo dia.
  •     Mesmo que seus objetivos esteje lá prá baixa da égua, vale à pena correr atrás. Não se agonie e nem esmoreça. Peleje.
  •     Se vire num cão chupando manga e mêta o pé na carreira, pois pra gente conseguir o que quer, tem é Zé.
  •     Lembre que pra ficar estribado é preciso trabalhar. Não fique só frescando.

Sobre o amor

  • Não fique enrolando e arrudiando prá chegar junto de quem você gosta. Tome rumo, avie..., se avexe!
  • Dê um desconto prá peste daquela cabrita que só bate fofo com você.  Aperreia ela. Vai que dá certo e nasce um bruguelim réi amarelo.
  • Você é uma corralinda. Se você ainda não tem ninguém, não pegue qualquer marmota. Escolha uma corralinda igual a você.
  • Não bula no que tá queto. Num seja avexado, pois de tanto coisar com uma, coisar com outra, você acaba mesmo é com um  chapéu de touro.
  • As cabritas num deve se agoniar. O certo é pastorar até encontrar alguém pai d'égua. Num deve se atracar com um cabra peba, malamanhado e fulerage. O segredo é pelejar e não desistir nunca. Num peça pinico e deixe quem quiser mangar. Um dia vai aparecer um machoréi do seu tope.

Sobre o trabalho

  • Trabalhe, num se mêta a besta. Quem num dá um prego numa barra de sabão num tem vez não.   
  • Se você vive fumando numa quenga, puto nas calças e não agüenta mais aquele seu  chefe réi fulerage, tenha calma, não adianta se ispritar.
  • Se ele não lhe notou até agora é porque num tá nem aí se você rala o bucho no trabalho. Procure algo melhor e cape o gato assim que puder.
  • Se a vida não está como você quer, num bote boneco, num se aperreie e nem fique de lundu. Saia com aquele magote de amigos pra tomar uns merol.
  • Tome umas meiotas e conte uma ruma de piadas que tudo melhora.

Sobre a sua vidinha

  • Você já é um cagado só por estar vivo. Pense nisso e agradeça a Deus.
  • Cuide bem dos bruguelos e da mulher. Dê sempre mais que o sustento, pois eles lhe dão o aconchego no fim da vida.
  • Não fique resmungando e batendo no quengo por besteira. Seje macho e pense positivo. 
  • Num se avexe, num se aperreie e nem se agonie. Num é nas carreira que se esfola um preá.

Arrumação motivacional

  • No forró da entrada do ano, coma aquela gororoba até encher o bucho. É prá dar sorte, mas cuidado, senão dá gastura. 
  • Tome um burrim e tire o gosto com passarinha ou panelada que é prá num perder a mania.
  • Prá começar o ano dicunfôça:
    • Reflita sobre as besteiras do ano passado e rebole no mato os maus pensamentos.
    • Murche as orêia, respire fundo e grite bem alto:

Sai mundiça !!!
Ah, e não esqueça do grito de guerra, que é prá dar mais sorte ainda:

Queima raparigal !!!


Agora é só levantar a cabeça e desimbestar no rumo da venta que vai dar tudo certo em 2011, afinal de contas você é cearense.
 E para os que não são da terrinha, mas são doidim prá ser, nosso desejo é que sejam tão felizes quanto nós.

Peeeeennnnse num ano que vai ser muito bom.
Respeite como vai ser pai d’égua esse 2011. 

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Para quem gosta de encher a cara...

Para os pinguços(as) de plantão...
vale à pena ler e APRENDER!

Vc vai ao bar e bebe uma cerveja.

Bebe a segunda cerveja.

A terceira e assim por diante.

O teu estomago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "caracas véi... o cara tá bebendo mto liquido, tô cheião!!!"

Teu estômago e teu cérebro não destinguem q tipo de liquido está sendo ingerido, ele sabe apenas q "é líquido".

Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caracas, o cara tá maluco!!!" E manda a seguinte mensagem para os Rins "Meu, filtra o máximo de sangue q tu puder, o cara aí tá maluco e tá bebendo mto líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora-extra e filtra mto sangue e enche rápido. Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se vc notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, pq além de água, vem as impurezas do sangue.

O RIM aliviou a vida do estômago, mas vc continua bebendo e o estomago manda outra mensagem pro ´CEREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CEREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véi, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"

O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não é o alcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso q as mijadas seguintes são transparentes, pq é água. E quanto mais vc continua bebendo, mas o organismo joga água pra fora e o teor de alcool no organismo aumenta e vc fica mais "bunitim"

Chega uma hora q vc tá com o teor alcoolico tão alto q teu CEREBRO desliga vc. Essa é a hora q vc desmaia... dorme... capota... resumindo: essa é a hora q o teu não tem dono!

Ele faz isso pq pensa "Meu o cara tá afim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse alcool do corpo dele"

Enquanto vc está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá á seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem q tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinnte, como a gente está com o nível de água mto baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora". O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho,e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CEREBRO é constituido de 75% de água, ele é o q mais sofre com essa "ordem" e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.

Então, sei q na hora a gente nem pensa nisso, mas quando for beber, beba de meia em meia hora um copo dágua, pq na medida q vc mija, já repõe a água.

Enviado por Erisvavá (meu tio)
(texto retirado do "O bar do Zé”)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Receba parte dos seus impostos de volta.


Não seria bom você receber uma parte do imposto pago por você em suas compras do dia-a-dia ou nas compras grandes como TV's, Video-Games, fogões, geladeiras.

Pois é, o Governo de São Paulo faz isso através do programa Nota Fiscal Paulista, olha só o que este programa:

"O Programa Nota Fiscal Paulista devolve 30% do ICMS efetivamente recolhido pelo estabelecimento a seus consumidores. Ele é um incentivo para que os cidadãos que adquirem mercadorias exijam do estabelecimento comercial o documento fiscal. Os consumidores que informarem o seu CPF ou CNPJ no momento da compra poderão escolher como receber os créditos e ainda concorrerão a prêmios em dinheiro."

Ai você me pergunta, legal, mas só vale pra quem mora em São Paulo né? Negativo cabeção, vale pra qualquer mortal que tenha um CPF e que tenha uma Nota fiscal de São Paulo emitida em seu nome. Lembra daquelas suas compras do Submarino, Americanas, FNAC, pois é, tudo sai do estado de São Paulo.

Pois vai lá, cadastre-se e veja quanto de dinheiro você tem pra receber, eu já fiz meu saque lá.

https://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/

Abraço a todos.

PS.: Valeu pela dica Darlan (http://twitter.com/darlanads). 

sábado, 5 de junho de 2010

Compre espaço no google

Quem já se deparou com a situação em que tem uma ruma de foto importante (casamento, batizado, festa de filho, 15 anos, aquela viagem pra Europa...) que estava só no HD e por se confiar nisso, não manda revelar nem copia pra um DVD em forma de backup e num belo dia o HD vai pro espaço!


Ai você pensa, put$#** @#1rda, agora lascou! Caso você queria um espaço seguro para armazenar tudo isso e acessível em qualquer lugar do mundo, seus problemas acabaram.


Compre espaço no Google. https://www.google.com/accounts/PurchaseStorage


Você compra espaço e compartilha o espaço comprado entre GMAIL e Picasa. O pagamento é anual para o espaço contratado.


Caso você tenha pouca coisa (20GB) sai por menos de R$20,00 ao ano. Vale a pena conferir. É uma dor de cabeça a menos na sua vida!


Abraço.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Auxílio-reclusão?

Muito legal essa "Bolsa" do Governo.

Auxílio-reclusão
O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto. Não cabe concessão de auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou cumprindo pena em regime aberto.


Fonte: http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

O mais engraçado é que o valor pago desde o dia 01/01/2010 é de R$ 798,30, ou seja, paga-se mais de um salário mínimo para um cidadão que cometeu um crime e está pagando por ele. 

Pense bem, o vagabundo que lhe assalta e que mata além de pagarmos pelo gasto dele na cadeia, ainda temos que sustentar os seus dependentes.

Quem mandou estudar.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Essa merece!

Recebi este email hoje, muito bom

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido para professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

Redação:

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no
elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido,
feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado
nominal.

Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito
oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes
ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num
luga r sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno
índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou
o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco
tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.

Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética
clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um
hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.

Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto ad verb ial, e rapidamente
chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu
ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou
outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas
palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum
de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos
e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa
próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um
pe rf eito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu
grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu
repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo,
e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram
gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto
adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa
maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mai s perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na
história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e
voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo
feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.